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quarta-feira, 20 de julho de 2011

o nascer do sol ou os paraísos de uma lagoa azul ou voltando pra casa ou o último dia em Jeri



PS: A sessão cafuçu também pairou por aqui...




acordo às 5h. vou pro serrote. subo o morro, e não vejo o sol. apenas seus raios, vindos ainda do Japão, rasgando a terra por entre as nuvens. ainda tenho tempo de procurar um melhor local. fico parado, resignado por conta do tempo. não. não dará tempo de ir ao outro morro. o morro do farol. ele é mais alto, levarei uns 20 minutos pra chegar lá e então o sol já vai ter nascido de fato. sento. incomodo-me com ter que ver o sol saindo detrás do morro do farol e não do mar. sabe de uma coisa? corri...

Fui depressa em direção ao morro do farol. (respiração ofegante). cheguei. escolhi um bom local. o astro rei ainda estava pintando o céu com o seu colorido alaranjado. vi o mar, a serra, as dunas. vi tudo ser lavado por um tom de energia amarela. plexo solar. após alguns minutos, eis que sai por entre as nuvens, ele, o sol. amarelinho. rasgando tudo, esquentando, iluminando o dia e dando-lhe energia. saudação ao sol. percebi que tudo se movimenta na imobilidade aparente. cavalo-marinho de Decroux. butoh. vida.


voltei do serrote e corri pro mar. 8h. Tomaz, está na hora de ir pra lagoa azul. que chato!
pau de arara. no caminho deparo-me com a árvore da preguiça. uma árvore que deitou. não ficou em pé. sociedade do espetáculo. na frente, uma preguicinha. por que que nessa a gente parou. vai ver que o turismo não se atentou a vender pacotes pra árvore filhote.

eis o melhor momento. a lagoa azul. 5 minutos de boca aberta. extasiado. congelado. passado. atravessamos a lagoa de barca. 2,50 ida e volta. no caminho: deriva. paisagem, paisagem, paisagem... águas cristalinas.

Amizade com a família do Cassiano. eles tiraram minhas fotos nessa aventura.

11h. lagoa do paraíso. quase 1h de estrada no pau de arara. a impressão que tenho é que a lagoa azul e a do paraíso são as mesmas, apenas vistas de outro ângulo e com restaurantes turísticos. eita lêlê.

paraíso mesmo. segundo melhor momento. águas mais cristalinas desse lado da lagoa. êxtase. banho na rede. pirão de peixe. Amizade com a família da Vanessa. eles tiraram minhas fotos nessa aventura.

13:30h. hora de pegar o pau de arara e retornar a Jijoca. Pegar o busão e voltar pra Fortaleza. arrumar malas e seguir pra BH.

Esqueci de comentar como foi o abacaxi com camarão. natural. leve gosto de abacaxi. a expectativa foi maior.
so fui ao planeta Jeri. gringalhada. galeguim dos zói azul. não curti.

Dicas: em Jeri vá acompanhado, de preferência com namorado(a), o clima é romântico, a não-energia noturna na praia favorece ao amor.
Comidas caras, mas bem servidas. Peça meia porção, alimenta duas pessoas. qualquer coisa, peça mais guarnições. sairá mais econômico.
tem restaurantes pequenos que servem um PF bem servido.
Café Brazil, é uma boa opção. tem uma lasanha de beringela. ai delícia.

PS: espero recuperar as fotos da minha câmera e que os amigos me enviem também as fotos em suas máquinas.

Correr agora pra aprontar malas.

Bjs com a energia do sol. plexo solar.

terça-feira, 19 de julho de 2011

um rally na praia ou duas cidades em um dia ou o segundo dia em Jeri



amanhece. caminhada pela praia. a lua ainda impera no céu. café. chega o guia do rally. uma trufa pra quem advinhar o nome dele. é esse mesmo que vcs tão pensando. sinto que sairei com uma dívida enorme com o Pedro.



fui então no buggy e conheci uma família paulistana: Paulo, Romilda e Paulinha que f0ram meus parceiros de aventura com emoção. primeira parada, ver de longe o serrote, o morro q dá nome a vila. logo depois, fomos ao braço de um rio brincar de caçar cavalo-marinho. a sociedade do espetáculo. falta-me a deriva. daí continuamos nosso percurso a 120km/h e pegamos uma balsa. atravessamos a fronteira de Jeri com Camocim.






chegamos à vila de tatajuba que fora soterrada pelas dunas e lá, vemos uma senhorinha contando como foi essa tsunami de areia, cerca de 150 famílias perderam suas casas nessa revolta da natureza.


conhecemos duna do funil, a maior duna do Brasil, 91metrospodendo chegar a 140 metros. e dá-lhe esqui-bunda com a recompensa de bahar-se em um laguinho de água da chuva. subir a pé a íngrime duna foi legal, fiquei com as pernas trabalhadas. todo trabalhado nas dunas.



fomos à lagoa da tatajuba, onde tem redes dentro d'água. experiência legal. na volta, caminha leste pela orla. depois, por do sol na duna do por do sol.




hoje os nativos apareceram, mas pra cada nativo tinham 5 turistas. um ponto super positivo pra salientar: os nomes dos estabelecimentos são autênticos, nada de "sob nova direção" ou "cobras e lagartos" etc, o nome mais chifrim foi "pousada maria bonita" e "pousada pedra furada", mas mesmo assim, é da região nordeste. vale!

hoje noite de festa, "mama áfrica", "planeta jeri" e as bebidas. menino, o q vc imaginar de coquetel de fruta tem. são as frtutasOVKAS: MORANGOVSKA, ABACAXIOVSKA etc. hoje vou experimentar a XOXOTA, outra trufa pra quem advinhar do que é feita.

boa festa!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

céu sem lua ou lua sem mel - primeiro dia em jeri.


estou em Jeri, terra bonita. primeiro dia.



primeiro passeio: pedra furada. linda escultura da natureza. guia. seu Lagartixa. um senhorzinho simpático, apressado e com um pouco de deficiência auditiva. num é que eu nem fui apresentado ao homem e na volta ele sabia q eu fazia parte do grupo que ele levara e ainda perguntou por uma senhora forte. um nome é um nome. vai ver q ele sentiu minha áurea de santo.


esse passeio foi muito bom. água quente. dunas, pedras e verde ao longo do litoral. uma paisagem em contemplação. turistas do brasil e gringos. nativos: 4. um belo grito ecoou saído de minha pele vocal. um belo por do sol. outro espetáculo da mãe primeva. nessa estação, o sol se põe dentro do buraco da pedra. aplausos. aqui se aplaude o sol. na praça do ferreira o vaiam.



ops, teve o passeio número zero: visita ao mercado central de Fortaleza. senti-me o turista.
ops, teve uma parada pra fazer xixi em Acaraú. menino. lembrei da família. e é claro de Gyl Gifoni que é o nome da avenida da rodagem.




a noite cai. o frio desce, mas aqui dentro predomina... e dá-lhe Sandy na veia.
a noite cai e é hora de ver o céu estrelado de Jeri. muitas estrelas visíveis na cidade cuja a ilmuniação elétrica é subterrânea e não há postes públicos de iluminação, assim, a praia parece mais linda, melhor, revela sua beleza mais pura.



as estrelas sorriram horrores pra mim. e ainda me piscaram os olhos. será que estavam paquerando um caiçara cafuçu? caíram 3 estrelas, reza a lenda que o pedido será realizado. alguém se habilita em saber o que eu pedi? só faltou uma coisa pra noite ser mais iluminada, a lua, mas a bichinha deve estar casadinha de ter ilumindo lindamente o céu esses dias nos quais ela nos presenteou com o seu brilho cheio.


só achei estranho uma coisa, kd os nativos? aqui tem jolheria. não é bijouteria, é joalheria mesmo. requinte, bom gosto, pompa e um PF de ovo custa R$ 6,00 no restô mais simples. e o menor preço de um oklus é R$ 99,00.
cafés, um monte. irei me esbaldar por esses dias. alguém topa um rodada de café comigo? por minha conta.

espero amanhã conversar um pouco mais sobre esses dias. e tão logo colocar algumas imagens.
corpo excitado com a natureza.
vamos desbravá-la?


saindo, vou experimentar a especiária da região: camarão no abacaxi. deve ser a mesma coisa q beringela ou moranga recheada, tira-se a poupa e fica o recheio. hehehe

adorando tudo.
bjs nos corações.
tomaz.